Auxílio-Acidente
Para quem ficou com sequela permanente depois de um acidente — de trabalho, de trânsito ou até doméstico — e voltou a trabalhar. Pago junto com o salário, sem substituí-lo.
Orientação previdenciária
Se um acidente deixou alguma sequela — mesmo que você tenha se adaptado e siga trabalhando normalmente — pode existir um benefício no seu nome que ninguém nunca te explicou. A PreviGuia existe para você entender o que tem em mãos, em português claro, e decidir sozinho o que fazer com isso.
O ponto cego
Essa é, provavelmente, a confusão que mais faz trabalhador brasileiro perder direito. O raciocínio parece lógico: “me recuperei como deu, voltei para o serviço, então não há mais o que discutir”.
Só que existe um benefício desenhado exatamente para o contrário disso. O auxílio-acidente é pago a quem ficou com uma sequela permanente e continuou trabalhando. Ele é indenizatório: entra junto com o salário, não no lugar dele. É pelo que você perdeu, não pelo que você deixou de fazer.
É por isso que tanta gente convive anos com um joelho que trava, um ombro que não levanta, um dedo a menos — e nunca soube que aquilo tinha um nome no INSS.
Isso não quer dizer que todo mundo tem direito. Quer dizer que vale olhar. Cada caso depende da sequela, do vínculo com o INSS na época e da avaliação médica — e é isso que a orientação abaixo ajuda a enxergar.
Orientação em 2 minutos
Três perguntas simples. Nada é enviado e nada é salvo — o resultado aparece aqui na sua tela, e só você decide se quer conversar com a gente depois.
Não encontrou a sua situação nesta lista? Ela não é exaustiva — fale com a gente mesmo assim.
O mapa
O auxílio-acidente é o mais esquecido, mas não é o único. Estes são os benefícios que analisamos — se o seu caso se parece com algum deles, vale conversar.
Para quem ficou com sequela permanente depois de um acidente — de trabalho, de trânsito ou até doméstico — e voltou a trabalhar. Pago junto com o salário, sem substituí-lo.
Quando a incapacidade é total e permanente e não há como se reabilitar em outra função. Hoje o nome oficial é aposentadoria por incapacidade permanente.
Um salário mínimo por mês para pessoas com deficiência ou com mais de 65 anos, em situação de baixa renda. Não exige nunca ter contribuído para o INSS.
Para quem já recebe algo e desconfia que o valor saiu menor do que deveria. Erro de cálculo e tempo de contribuição não computado são mais comuns do que parece.
Para dependentes de quem faleceu sendo segurado do INSS. Cônjuge, companheiro, filhos e, em algumas situações, os pais.
Incapacidade temporária: você está afastado por doença ou acidente e precisa de renda enquanto se recupera. Hoje chamado de auxílio por incapacidade temporária.
Sem surpresa
Nenhuma etapa tem pegadinha. Se em algum momento a resposta for “não há o que fazer aqui”, você vai ouvir isso com todas as letras.
Você conta o que aconteceu, do seu jeito e no seu tempo. Sem formulário, sem juridiquês. É só uma pessoa escutando a sua história inteira.
Olhamos se existem indícios de que algum benefício se aplica ao seu caso — e explicamos o porquê, com o nome das coisas. Isso não custa nada e não te compromete com nada.
Laudos, exames, histórico de trabalho, extrato do CNIS. Sabemos o que o INSS costuma pedir e o que costuma faltar. Você não precisa se perder nisso sozinho.
Explicamos o caminho do requerimento, os prazos e o que esperar de cada etapa — inclusive quando é hora de procurar um advogado da sua confiança. A decisão é sempre sua, e a gente continua por perto para tirar dúvidas.
O que mudou no INSS
Mudança em regra do INSS costuma chegar escrita numa língua difícil. Aqui a gente resume o que muda, em português claro — e deixa o link oficial para você conferir.
Quem somos
A PreviGuia nasceu de uma constatação chata: o trabalhador brasileiro perde direito porque ninguém explica que ele existe. A informação está toda lá, pública, escrita numa língua que não é a dele.
Nossa missão é resolver essa distância. Fazemos isso com atendimento humano e sem juridiquês — a gente escuta, analisa sem custo e devolve em português claro o que encontrou. O que você faz com isso é decisão sua, e a gente respeita ela mesmo quando é “não”.
Você fala com gente, não com robô. Sem pressa e sem script.
Benefício do INSS tem regra, prazo e detalhe que mudam tudo. É o que fazemos o dia inteiro.
Tudo se resolve à distância. Tanto faz se você está em Anápolis ou no interior do Pará.
Somos uma empresa de tecnologia e análise previdenciária. Não somos escritório de advocacia e não prometemos resultado — orientamos você a entender o próprio caso.
Dúvidas frequentes
Em linhas gerais: o segurado do INSS que sofreu um acidente de qualquer natureza — de trabalho, de trânsito ou até doméstico — e ficou com sequela permanente que reduz a capacidade para o trabalho que exercia. O detalhe que pega todo mundo de surpresa é que continuar trabalhando não elimina o direito, porque o benefício é indenizatório.
Mas depende: do vínculo com o INSS na época do acidente e da avaliação da sequela pela perícia. Por isso não dá para responder isso por uma página na internet — a análise é caso a caso, e a nossa é gratuita.
Não. Entender o seu caso é gratuito e não te compromete com nada. Você conta a situação, a gente analisa e explica o que encontrou. Pronto — você decide o que fazer com essa informação, inclusive não fazer nada.
Se em algum momento houver custo por algum serviço, isso é dito antes, com clareza e por escrito. Não trabalhamos com cobrança que aparece depois.
A conversa e a análise, poucos dias. O prazo do INSS, aí não depende de nós: varia com o tipo de benefício, a agência, a necessidade de perícia e a fila do momento. Tem pedido que sai em semanas e tem o que leva meses.
Preferimos não inventar prazo. O que garantimos é que você vai saber em que pé está o seu caso a cada etapa.
Todo o Brasil, de forma online. Nossa base fica em Anápolis, Goiás, mas o atendimento acontece por WhatsApp, telefone e e-mail — do primeiro contato ao acompanhamento. Você não precisa se deslocar para lugar nenhum.
Para a primeira conversa, nenhum. Basta contar o que aconteceu.
Para a análise, ajuda ter RG e CPF, laudos, exames e receitas ligados à lesão, e algum comprovante de vínculo na época do acidente — carteira de trabalho, holerite ou extrato do CNIS. E se você não tiver os laudos, fale com a gente do mesmo jeito: boa parte do nosso trabalho é justamente ajudar a reunir o que falta.
E se, no fim da conversa, a conclusão for que não há nada a fazer no seu caso, a gente vai te dizer exatamente isso. É de graça de qualquer jeito — você só sai sabendo mais do que entrou.
Chamar no WhatsAppSegunda a sexta, das 8h às 18h